31 de julho de 2025
inclusão

JHC entrega praça inclusiva com arte sensorial no bairro Feitosa, em Maceió

Prefeito JHC e vice Rodrigo Cunha inauguram Praça José Alves Feitosa, que transformou terreno abandonado em espaço de lazer com quadra, parque infantil e pintura com frase em braile

Por Redação
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A menina Mika, que tem baixa visão, interage com a arte sensorial da nova praça - Foto: Itawi Albuquerque

A Prefeitura de Maceió transformou um terreno abandonado, antes utilizado como depósito de lixo e entulho, em um novo espaço de convivência para a população. Na noite desta quinta-feira (23), o prefeito JHC e o vice-prefeito e secretário de Infraestrutura, Rodrigo Cunha, inauguraram a Praça José Alves Feitosa, localizada no Conjunto Novo Jardim, bairro Feitosa. Com 620 m², a praça conta com quadra poliesportiva, parque infantil, arquibancada, área de convivência e uma inédita pintura sensorial.

Durante a cerimônia, o prefeito JHC ressaltou o compromisso da gestão com as áreas periféricas da cidade. “Hoje não é uma entrega comum, é uma noite especial, recheada de simbolismo. Onde antes havia abandono e lixo, agora há convivência, esperança e pertencimento. Nosso papel é estar onde as dificuldades são maiores, cuidando das periferias e das grotas, levando dignidade e oportunidade”, afirmou.

Já o vice-prefeito Rodrigo Cunha destacou o impacto social da obra: “Aqui tinham quatro caçambas de entulho. Hoje, esse mesmo local virou ponto de encontro, alegria e convivência. Tem quadra, parquinho e, principalmente, sentimento - que é a palavra do dia.”

Um dos grandes diferenciais do novo espaço é a pintura sensorial criada pelos artistas alagoanos Rapha Lins e Yrlan Lins. A obra, que contém relevos e a frase “Arte é amor que se sente” em braile, foi inspirada na história de Mika, uma menina de 11 anos, moradora do bairro e com deficiência visual. A artista Rapha Lins explicou que a motivação surgiu ao perceber que a criança não poderia experimentar a arte de forma convencional. “Eu comecei a estudar técnicas sensoriais, incluindo texturas e relevos, para permitir que pessoas com deficiência pudessem sentir a arte com as mãos”, disse.

A mãe de Mika, Nilda da Silva, comemorou a homenagem. Ela contou que a filha mudou de comportamento após a experiência e agora repete orgulhosa o nome da obra toda vez que passa pelo local. Para o prefeito JHC, a iniciativa reforça a importância da acessibilidade. “Com esse projeto, mostramos que inclusão também é arte, é sentimento. Preparar a cidade para quem mais precisa é preparar uma cidade melhor para todos”, declarou. A praça se tornou, assim, um símbolo de transformação urbana e inclusão social em Maceió.