Candidatos do Concurso Nacional Unificado denunciam falhas na aplicação das provas em várias cidades do país
Participantes relataram problemas como fiscais dormindo, informações erradas sobre horários e falta de lacres para pertences; MGI e FGV não se manifestaram
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Candidatos que participaram do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) 2025, realizado no último domingo (5 de outubro), denunciaram irregularidades na aplicação das provas em diferentes estados do país. Os relatos incluem erros de organização, falhas na fiscalização e até ausência de materiais básicos para segurança dos participantes.
Em Cabo Frio (RJ), uma estudante afirmou que o aplicador da prova dormiu sobre a mesa durante o exame. Segundo ela, o fiscal estava sozinho na sala e demonstrava não ter experiência na função.
Já em outra unidade de prova, uma candidata apontou que o quadro de avisos informava horário incorreto para o término da prova. O aviso indicava o fim às 18h, quando o bloco 9, destinado ao nível médio, deveria encerrar às 16h30.
No Rio Grande do Sul, em Santa Maria, participantes relataram que não receberam os lacres para os porta-objetos, obrigando os candidatos a guardar pertences em sacolas de supermercado, o que gerou preocupação quanto à segurança dos objetos pessoais.
Procurados pela reportagem, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e a Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela execução do certame, não se pronunciaram até o momento.
O CPNU, conhecido como “Enem dos Concursos”, foi aplicado simultaneamente em todo o país e registrou mais de 2 milhões de inscritos, com provas divididas por blocos temáticos e diferentes níveis de escolaridade. As denúncias vêm sendo compartilhadas nas redes sociais e devem ser analisadas pelos organizadores e órgãos fiscalizadores do concurso.
*Com informações do Portal Nacional da Educação