Andressa Urach, agora MC Ímola, mira Grammy Latino e feat com Anitta em retorno ao funk
Ex-modelo reabilita "nome de guerra" do passado em novo EP "Cama Sutra da Ímola" e fala sobre liberdade sexual sem culpa
Publicado em
Andressa Urach, 37, está prestes a oficializar seu retorno à música com uma identidade que resgata suas próprias origens. A ex-modelo se reinventa mais uma vez como MC Ímola, nome artístico escolhido intencionalmente em referência ao seu passado. Seu novo projeto, o EP "Cama Sutra da Ímola", tem lançamento marcado para o próximo dia 12.
Em entrevista exclusiva à revista Quem, Andressa explicou a simbologia por trás do nome. "Ímola sempre fez parte da minha história. Eu escolhi lá atrás como uma forma de me destacar. Era meu nome de guerra, inspirado nas curvas do circuito de Fórmula 1 em Ímola, na Itália. Agora quis trazer de volta, mas de um jeito profissional, focando no funk", detalhou a artista, mostrando que abraça sua trajetória sem medo de julgamentos.
Com a volta ao funk, Andressa Urach demonstra ambição e traça objetivos de grande porte. Ela não esconde que almeja um dos maiores reconhecimentos da música latina. "Quero reconhecimento e espaço na música. Meu sonho é um Grammy Latino, e acredito que posso chegar lá se continuar trabalhando duro", declarou. Para alcançar esse patamar, a artista já vislumbra parcerias de peso e uma turnê nacional: "Quero levar um show cheio de energia e dança pelo Brasil — e seria maravilhoso um feat com a Anitta ou com Pabllo Vittar".
Além da carreira musical, Andressa também abordou sua visão atual sobre a sexualidade, um tema que sempre esteve presente em sua vida pública. Ela afirma não se arrepender do período de celibato que viveu em nome da religião, mas hoje enxerga o tema com muito mais naturalidade e saúde. "Não me arrependo. Foi importante para eu me entender, me conhecer melhor e chegar até aqui. Hoje o sexo é algo muito mais leve e saudável para mim", refletiu.
Sua nova fase prega a liberdade e o prazer sem culpa, valores que também permeiam suas novas músicas. "[Considero que no sexo] valem respeito, amor e consentimento. O resto, cada um descobre o que faz sentido na sua vida. Já vivi extremos, mas agora vejo como uma coisa natural, sem tabu. Quero comunicar liberdade, para que as pessoas dancem, se divirtam e sintam prazer sem culpa”, concluiu, posicionando o funk como a trilha sonora perfeita para essa mensagem de empoderamento.