Receita Federal desmente fake news sobre cobrança de imposto de adultos que moram com os pais
Órgão classificou como "mentira" informação que circulava nas redes sociais sobre suposta notificação para cobrança de aluguel a partir de 2026
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A Receita Federal emitiu um desmentido formal neste domingo (21) sobre uma notícia falsa que circulava nas redes sociais afirmando que o órgão notificaria adultos que residem com os pais para cobrar impostos sobre aluguel. Em comunicado oficial, a instituição foi enfática ao declarar: "Isso não existe, nem faz o menor sentido". A informação falsa tentava associar a medida inexistente com a Instrução Normativa que criou o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB), publicada em agosto.
A Receita Federal alertou que a fake news estava sendo impulsionada por políticos de oposição ao governo e caracterizou o conteúdo como "mentira" destinada a causar medo e desinformação. O órgão esclareceu que o Cadastro Imobiliário Brasileiro tem como objetivo apenas regulamentar o compartilhamento de informações entre cartórios de imóveis, sem qualquer relação com a cobrança de impostos de pessoas que moram na casa dos pais.
Em sua nota, a autoridade fiscal orientou a população a desconfiar de informações sem fundamento e reforçou o compromisso com a transparência. A falsa notícia sugeria que as supostas notificações teriam início em 2026, criando alarme injustificado entre cidadãos que compartilham residência com familiares. A Receita Federal mantém canais oficiais para esclarecimento de dúvidas sobre obrigações tributárias.
Confira a nota na íntegra:
"Têm circulado nas redes sociais fake news, aparentemente impulsionadas por políticos que fazem oposição ao governo, que a Receita Federal irá notificar adultos que moram com os pais a partir de 2026.
A mentira tenta relacionar isso, de maneira confusa, com pagamentos de aluguel ou algo nesse sentido.
Isso não existe, nem faz o menor sentido.
Não caia em fake news, desconfie de quem mente pra você sem fundamento ou razão aparente, a não ser causar medo e desinformação."