As contas do historiador e comunicador Jones Manoel no Instagram e Facebook foram retiradas do ar na noite da quarta-feira (6). Sem notificação prévia, segundo ele, a medida foi atribuída à Meta, responsável pelas plataformas. A equipe jurídica do influenciador confirmou que tomará medidas judiciais para reverter a decisão.
O que aconteceu?
- Desativação das contas
- Perfis de Jones Manoel no Instagram e Facebook foram removidos por volta das 20h
- A ação teria partido da Meta, segundo o próprio comunicador
- Jones nega que tenha sido um caso de invasão ou ataque externo
- Ausência de notificação
- De acordo com Jones, nem ele nem sua equipe foram informados previamente sobre a remoção
- A alegação oficial recebida foi de “não conformidade com os padrões da plataforma”, sem detalhes adicionais
- As contas eram administradas por ele e por Maxwell, assessor direto
- Posicionamento público
- Em publicação no X (antigo Twitter), Jones Manoel confirmou que já acionou advogados para contestar a decisão
- Disse não ter acesso a recurso administrativo na própria plataforma
- Afirmou que a contestação ocorrerá por via judicial, com petição já em elaboração
- Perfil e atividade nas redes
- Jones Manoel é historiador, youtuber e colunista de Opera Mundi
- Utiliza suas redes para comentar política nacional e internacional, cultura e temas ligados ao movimento negro
- Tinha mais de 1 milhão de seguidores no Instagram antes do bloqueio
- Hipótese de motivação política
- Embora afirme não ter provas, Jones declarou à imprensa que considera a ação da Meta politicamente motivada
- Destacou que sua atuação inclui críticas à extrema direita e à política externa brasileira
- Contato com a empresa
- A reportagem de Opera Mundi procurou a Meta para esclarecimentos
- Até o fechamento do texto, a empresa não havia se pronunciado
Crédito: Arnaldo Sete/MZ Conteúdo