31 de julho de 2025
nota de esclarecimento

Ifal esclarece que funcionário preso em operação contra crimes sexuais é terceirizado e não faz parte do corpo docente

A instituição detalhou que um dos alvos da ação, apontado inicialmente como professor, é na verdade um prestador de serviços terceirizado, contratado por meio da empresa Alerta Serviços

Por Redação
Publicado em
Instituto Federal de Alagoas (Ifal) - Foto: Ascom Ifal

O Instituto Federal de Alagoas (Ifal) emitiu uma nota de esclarecimento a respeito dos desdobramentos da Operação Face Oculta, deflagrada pela Polícia Civil na última quarta-feira (22). A instituição detalhou que um dos alvos da ação, apontado inicialmente como professor, é na verdade um prestador de serviços terceirizado, contratado por meio da empresa Alerta Serviços. No comunicado, o Ifal reforçou o seu compromisso contínuo com a integridade dentro do serviço público.

Leia o comunicado completo:

Ainda sobre os fatos divulgados pela imprensa da Operação Face Oculta na última quarta-feira (22), o Instituto Federal de Alagoas esclarece que a pessoa envolvida no caso não é professor da instituição, e sim um profissional prestador de serviços, contratado pela empresa terceirizada Alerta Serviços.

Por fim, o Ifal reitera seu compromisso com a cultura de integridade no serviço público.


Ação

A ofensiva policial teve como objetivo principal cumprir mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra suspeitos de crimes sexuais e de abuso infantil envolvendo crianças e adolescentes.

A ação resultou na prisão de dois homens, de 38 e 53 anos. As investigações apontam que um deles responde por abusos praticados contra uma criança de apenas dois anos, enquanto o outro é investigado por crimes cometidos contra uma adolescente.

Coordenada pelas delegadas Talita Aquino e Maira Balby, titulares da Delegacia de Combate aos Crimes Contra Crianças e Adolescentes da Capital (DCCCCA), a ação contou com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), da Operação Policial Litorânea Integrada (OPLIT) e da Polícia Científica. Ao todo, as equipes cumpriram cinco ordens judiciais expedidas pela Justiça, sendo dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão.

Durante as buscas, os policiais apreenderam telefones celulares, notebooks, pen drives e um automóvel. Todo o material recolhido foi enviado para análise da perícia técnica da Polícia Científica, com a finalidade de extrair dados que colaborem com o andamento do inquérito e comprovem o armazenamento ou compartilhamento de material ilícito. Os dois homens foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Maceió, onde permanecem custodiados e à disposição do Poder Judiciário.