31 de julho de 2025
processo

MC Daniel acusa Lorena Maria de difamação e pede indenização de R$ 30 mil

Cantor apresentou queixa-crime contra a ex-companheira após publicações nas redes sociais; caso foi enviado para a Justiça do Rio de Janeiro

Por Redação
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MC Daniel e Lorena Maria - Foto: Reprodução/Redes sociais

MC Daniel ingressou com uma ação penal contra Lorena Maria, influenciadora, ex-companheira e mãe de seu filho. A queixa-crime foi protocolada em abril deste ano e, segundo documentos do processo, o cantor acusa a influenciadora de praticar os crimes de difamação, injúria e ameaça por meio de publicações feitas nas redes sociais.

Na ação, o artista afirma que Lorena Maria utilizou plataformas digitais para fazer ataques públicos contra sua imagem. Segundo a queixa, ela teria utilizado expressões como "capeta", "satanás" e "encarnado" ao se referir ao cantor. O processo também relata que a influenciadora teria feito declarações consideradas ameaçadoras, incluindo afirmações de que ele "respeitaria na dor" e que ela "enfiaria a mão" em seu rosto.

O cantor ainda sustenta que passou a ser alvo de perseguição e que foi apresentado publicamente como um homem abusivo. De acordo com a ação, Lorena Maria também teria feito insinuações de que ela foi vítima de ataques racistas praticados por MC Daniel e familiares do artista.

Segundo a defesa do cantor, as publicações provocaram prejuízos à carreira, incluindo o encerramento de contratos profissionais, perda de seguidores nas redes sociais e desgaste na relação com contratantes. A ação também afirma que familiares de MC Daniel passaram a receber ataques após a divulgação das declarações.

Na queixa-crime, o cantor pede que, em caso de condenação, a pena seja aumentada por conta da divulgação das supostas ofensas na internet, considerando o alcance das redes sociais. Além da responsabilização criminal, MC Daniel solicita indenização no valor de R$ 30 mil pelos danos que afirma ter sofrido.

O processo foi inicialmente distribuído ao Tribunal de Justiça de São Paulo. Após manifestação do Ministério Público de São Paulo indicando que o caso deveria ser analisado em outro foro, a ação foi redistribuída ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro na última terça-feira (14). O caso permanece em fase inicial, e caberá ao Judiciário decidir se a queixa-crime será recebida para prosseguimento da ação.