PSOL terá mais de R$ 160 milhões do Fundo Eleitoral em 2026 em meio a disputa interna por recursos
Discussão sobre o uso dos recursos ganhou força após Erika Hilton afirmar que o partido teria deixado de cumprir compromissos relacionados ao financiamento de sua campanha
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O PSOL deverá contar com mais de R$ 160 milhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para as eleições de 2026. O montante ganhou destaque em meio às críticas feitas pela deputada federal Erika Hilton, que acusou a direção do partido de descumprir acordos internos e dificultar o acesso a recursos para sua campanha.
De acordo com a divisão prevista do Fundo Eleitoral, a legenda terá à disposição cerca de R$ 163 milhões para financiar candidaturas no pleito do próximo ano. A distribuição dos valores entre os candidatos será definida pela direção nacional do partido, seguindo critérios estabelecidos pela legislação eleitoral e pelas normas internas da sigla.
A discussão sobre o uso dos recursos ganhou força após Erika Hilton afirmar que o partido teria deixado de cumprir compromissos relacionados ao financiamento de sua campanha. A parlamentar tornou públicas as divergências e criticou a condução da divisão do fundo eleitoral.
Em resposta, integrantes da direção do PSOL sustentam que a distribuição dos recursos segue critérios aprovados internamente e que todas as decisões observam as regras da legenda e da Justiça Eleitoral.
O Fundo Eleitoral é abastecido com recursos públicos e representa a principal fonte de financiamento das campanhas eleitorais no país. A quantia destinada a cada partido é calculada com base em critérios como o desempenho das legendas nas eleições anteriores e a representação no Congresso Nacional.
O episódio evidencia as disputas internas sobre a divisão dos recursos para as eleições de 2026, tema que costuma gerar debates entre lideranças partidárias durante a definição das candidaturas.