Polícia investiga suspeita de estupro de vulnerável contra criança em São José da Laje
Em nota, a Polícia Civil informou que as investigações já estão em andamento
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A Polícia Civil de Alagoas investiga uma denúncia de estupro de vulnerável contra uma criança de 7 anos em São José da Laje, na Zona da Mata alagoana. O caso foi registrado na noite dessa terça-feira (9), e o principal suspeito segue foragido.
Segundo relatório operacional da Polícia Militar de Alagoas (PMAL), por meio do 2º BPM/CISP de São José da Laje, a guarnição foi acionada após a criança dar entrada no hospital do município com sinais compatíveis com violência sexual.
A vítima recebeu os primeiros atendimentos na unidade de saúde da cidade e, em seguida, foi transferida para um hospital em União dos Palmares, acompanhada pela mãe. A ocorrência foi enquadrada inicialmente como suspeita de crime previsto no artigo 217-A do Código Penal, que trata de estupro de vulnerável.
Em nota, a Polícia Civil informou que as investigações já estão em andamento. "Após o acesso aos documentos relacionados ao atendimento da vítima, foram iniciadas as diligências", informou a corporação.
Após receber as informações no hospital, policiais militares realizaram diligências em um endereço apontado na denúncia. No local, familiares do suspeito relataram que ele havia saído de carro acompanhado de uma irmã.
A equipe também esteve em outro imóvel ligado à família para tentar obter documentos. Conforme o relatório policial, houve tensão entre moradores e familiares durante a ação, mas a situação foi controlada após esclarecimentos prestados pelos militares.
Até o fechamento do registro da ocorrência, o suspeito não havia sido localizado. A Polícia Civil confirmou que "o principal suspeito ainda não foi localizado" e acrescentou que "as equipes seguem realizando buscas e adotando as medidas necessárias para o esclarecimento do caso".
As investigações são conduzidas pelo delegado Leonardo Assunção, titular do 115º Distrito Policial de São José da Laje.
Por envolver uma criança, a reportagem não divulga informações que possam identificar a vítima, em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).