31 de julho de 2025
esquema bilionário

MC Ryan deixa prisão e publica: “Não sou bandido” após decisão da Justiça

Funkeiro estava preso preventivamente há quase um mês por suspeita de envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro

Por redação
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Segundo informações divulgadas pela Justiça, MC Ryan SP deverá cumprir uma série de medidas cautelares para permanecer em liberdade. - Foto: Reprodução / Instagram

O cantor MC Ryan SP deixou a prisão na tarde desta quinta-feira (14), após quase um mês preso preventivamente por suspeita de envolvimento em um esquema bilionário de lavagem de dinheiro.

Ao sair do presídio em Mirandópolis, no interior de São Paulo, o artista comemorou a liberdade nas redes sociais e afirmou que “não é bandido” nem “fracionado”, em referência a uma possível negação de ligação com facções criminosas.

Em uma das publicações, o funkeiro apareceu ao lado da namorada. Em outra, mostrou a filha usando uma camiseta com a frase: “MC não é bandido. Liberdade MC Ryan SP”.

Segundo informações divulgadas pela Justiça, MC Ryan SP deverá cumprir uma série de medidas cautelares para permanecer em liberdade.

Entre as determinações estão a proibição de deixar o país sem autorização judicial, entrega do passaporte, comparecimento periódico à Justiça e obrigação de informar eventual mudança de endereço.

O cantor também não poderá ficar mais de cinco dias fora da cidade onde mora sem autorização judicial prévia.

A decisão que autorizou a soltura foi assinada pela desembargadora Louise Filgueiras, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

De acordo com a investigação, o funkeiro é suspeito de liderar um esquema de lavagem de dinheiro alvo da Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal em diversos estados do país.

A operação contou com a participação de mais de 200 policiais federais e cumpriu mandados de busca, apreensão e prisão em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Paraná, Goiás e Distrito Federal.

Durante as ações, foram apreendidos carros de luxo, relógios, armas, cartões bancários e outros bens de alto valor.