Operação da Ficco prende suspeito por pornografia infantil durante ofensiva contra organização criminosa em Alagoas
Ação da Operação Assíncrono II cumpriu mandados em Maceió e investiga furtos à Caixa Econômica, falsificação de documentos e exploração sexual infantil na internet
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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Alagoas (Ficco/AL) deflagrou, na manhã desta terça-feira (12), a Operação Assíncrono II, com o objetivo de desarticular grupos criminosos investigados por furtos contra a Caixa Econômica Federal, falsificação de documentos e crimes de exploração sexual infantil pela internet.
Em Maceió, as equipes cumpriram dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva. Durante a ação, um suspeito foi preso em flagrante pelo crime de armazenamento de pornografia infantil, segundo informou a Polícia Federal.
A ofensiva em Alagoas faz parte de uma mobilização nacional realizada simultaneamente em 14 estados brasileiros, dentro da ação denominada Força Integrada II, coordenada pela Polícia Federal.
De acordo com a Polícia Federal, a investigação é um desdobramento da Operação Assíncrono, deflagrada em março deste ano, que apura furtos e receptação de equipamentos pertencentes à Caixa Econômica Federal.

Com o avanço das investigações, os agentes identificaram uma organização criminosa com atuação em diferentes modalidades criminosas, incluindo a falsificação de documentos veiculares, emissão de notas fiscais falsas e o armazenamento e compartilhamento de conteúdos de violência sexual infantil.
Segundo a PF, somadas, as penas previstas para os crimes investigados podem ultrapassar 16 anos de reclusão.
Em Alagoas, a Ficco/AL reúne integrantes da Polícia Federal, Polícia Militar de Alagoas e Polícia Penal, atuando de forma conjunta no combate ao crime organizado.
O modelo de atuação integrada conta atualmente com 39 unidades espalhadas pelos estados brasileiros e pelo Distrito Federal, reforçando ações de inteligência e cooperação entre diferentes órgãos de segurança pública.
A Polícia Federal informou que as investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração das atividades do grupo criminoso.