31 de julho de 2025
ELEIÇÕES 2026

Cícero Lucena anuncia Diogo Cunha Lima como vice e fortalece aliança MDB-PSD na Paraíba

Escolha consolida chapa para 2026 e amplia articulação política no estado, com impacto direto na disputa pelo governo e Senado

Por Redação
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Cícero Lucena escolhe Diogo Lima como vice para governo na Paraíba - Foto: Reprodução/PSD/Paraíba

O pré-candidato ao governo da Paraíba, Cícero Lucena (MDB), oficializou o empresário Diogo Cunha Lima (PSD) como candidato a vice-governador em sua chapa para as eleições de outubro de 2026. O anúncio foi feito durante um evento do Partido Social Democrático realizado nesta semana.

Filho do ex-governador Cássio Cunha Lima, Diogo passa a integrar a composição que une MDB e PSD no estado. Durante o evento, Lucena destacou a importância da aliança, enquanto o vice afirmou estar preparado para atuar na campanha.

Aliança também define nomes para o Senado

O encontro também serviu para consolidar a estratégia da coligação para o Senado. O grupo confirmou apoio ao senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e ao deputado estadual André Gadelha (MDB).

O anúncio foi reforçado pelo deputado federal Pedro Cunha Lima (PSD), irmão de Diogo e presidente estadual do partido, consolidando a parceria entre as duas legendas.

Disputa ao governo se intensifica

Com a chapa definida, Cícero Lucena amplia a pressão sobre o atual governador Lucas Ribeiro (PP), que ainda não anunciou seu candidato a vice. Ambos aparecem entre os principais nomes na disputa estadual.

Ribeiro assumiu o governo após a saída de João Azevêdo (PSB), que deixou o cargo para disputar o Senado. O atual governador conta com apoio do PT e já recebeu sinalizações favoráveis do presidente Lula.

Senado vira ponto de tensão política

A disputa pelas duas vagas ao Senado também movimenta o cenário político paraibano. Além de João Azevêdo e Nabor Wanderley (Republicanos), aliado do presidente da Câmara Hugo Motta, o nome de Veneziano Vital do Rêgo integra a chapa de oposição.

A divisão entre candidaturas pode favorecer nomes fora das principais alianças, como o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga (PL), apontado como possível beneficiado em cenários fragmentados.