Queiroz avaliam saída do PDT e se aproximam do MDB de olho em 2026
Saída do PDT ganha força nos bastidores, e aproximação com o MDB é vista como caminho estratégico para viabilizar candidaturas em 2026
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Nos bastidores da política pernambucana, o futuro partidário do ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, e do ex-prefeito de Caruaru, Zé Queiroz, começa a se desenhar com mais clareza. A tendência predominante é de filiação ao MDB, embora a decisão final ainda esteja em aberto.
Aliados do grupo reconhecem que a permanência no PDT se tornou pouco viável sob o ponto de vista eleitoral. A avaliação é de que a sigla não conseguiria formar uma chapa proporcional competitiva, o que prejudicaria diretamente os planos de ambos para as eleições de 2026.
O MDB surge como alternativa mais estratégica. Com a possível chegada de Wolney, o partido fortaleceria sua chapa para deputado federal ao lado do presidente estadual Raul Henry e da deputada Iza Arruda. Internamente, há expectativa de que a legenda consiga eleger ao menos dois representantes para a Câmara dos Deputados nesse cenário.
Apesar das articulações avançadas, Wolney ainda não definiu se deixará o Ministério da Previdência para disputar o pleito. A decisão envolve fatores nacionais e o papel que ele desempenha atualmente no governo federal.
Zé Queiroz, por sua vez, deve acompanhar o movimento e se filiar ao MDB. A projeção é que ele dispute uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco, com chances reais de retorno ao Legislativo estadual.
A definição deve ocorrer até 2 de abril, prazo final da janela partidária. Mesmo com o avanço das conversas com o MDB, interlocutores não descartam totalmente outras possibilidades dentro do campo político alinhado à provável candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco.