Flamengo pede que torcida seja reconhecida como Patrimônio Cultural e sonha com ONU
Clube protocolou pedido no IPHAN para que “Nação Rubro-Negra” seja patrimônio imaterial do Brasil e busca reconhecimento internacional
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O Flamengo protocolou nesta segunda-feira (16/3) junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) um pedido para que sua torcida seja oficialmente reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, recebendo o título simbólico de “Nação Rubro-Negra”.
A iniciativa do clube, que começou em 2025, vai além do reconhecimento nacional: o Flamengo pretende levar o conceito até a Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de ter sua torcida reconhecida como a primeira “nação simbólico-cultural” do mundo.
Como parte da campanha, o clube divulgou um vídeo com Zico, maior ídolo da história rubro-negra, e um link para um abaixo-assinado que já conta com 663.545 assinaturas. O material incentiva os torcedores a apoiarem a iniciativa, destacando a dimensão simbólica da torcida:
“Se fôssemos um país, seríamos a 36ª população do planeta. Somos 45 milhões, unidos pela mesma bandeira, com heróis, costumes e tradições que atravessam gerações. O Flamengo não é um clube, é um povo. E merece ser reconhecido pelo que realmente é: uma Nação. Vamos levar à Organização das Nações Unidas (ONU) uma petição para que a Nação Rubro-Negra receba o título de primeira Nação simbólico-cultural do mundo. O seu apoio é fundamental. Apoie #NacaoNaONU”.
O pedido agora segue análise do IPHAN, que avaliará se a torcida atende aos critérios para ser reconhecida como patrimônio cultural imaterial, levando em conta aspectos históricos, sociais e simbólicos do grupo de torcedores.