31 de julho de 2025
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Caso Epstein: teorias ligam Ellen DeGeneres a canibalismo, mas não há provas

Acusações circularam nas redes sociais após divulgação de arquivos do caso Jeffrey Epstein, porém checagens apontam que alegações são falsas

Por Redação
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Ellen DeGeneres - Foto: @ellendegeneres/ Reprodução/ Instagram

O nome da apresentadora Ellen DeGeneres passou a ser associado, nos últimos dias, a teorias conspiratórias envolvendo canibalismo relacionadas ao caso do financista Jeffrey Epstein.

Postagens nas redes sociais chegaram a rotular a artista como “canibal mais prolífica de Hollywood”, alegando que ela estaria citada em arquivos judiciais como alguém que “comia criancinhas”. No entanto, nenhuma prova foi apresentada.

As publicações afirmam que as supostas provas estariam entre os mais de três mil documentos do caso Epstein divulgados pela Justiça dos Estados Unidos.

Contudo, veículos da imprensa norte-americana que analisaram os arquivos informaram que não há qualquer menção a práticas de canibalismo envolvendo Ellen DeGeneres.

A apresentadora aparece em alguns trechos dos documentos, mas apenas em correspondências de terceiros e resumos de matérias de imprensa.

Segundo a agência de checagem PolitiFact, a origem da acusação pode ser rastreada até o site The People’s Voice, que publicou o conteúdo com base em um áudio enviado por um suposto denunciante.

Posteriormente, verificou-se que o material teria sido produzido com uso de inteligência artificial, o que reforça a ausência de evidências concretas.

Especialistas apontam que a divulgação de documentos judiciais de grande repercussão, como os do caso Epstein, frequentemente gera ondas de desinformação e teorias conspiratórias nas redes sociais.

Até o momento, não há qualquer indício ou investigação oficial que vincule Ellen DeGeneres às acusações de canibalismo divulgadas online.

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