31 de julho de 2025
mistério

Desaparecimento no subsolo: o que se sabe sobre o caso da corretora em Caldas Novas?

Caso de Daiane Alves Souza, que não é vista desde 17 de dezembro, é investigado pela polícia de Goiás; família aguarda por pistas

Por Redação
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Daiane Alves Souza está desaparecida após descer até o subsolo do prédio - Foto: Reprodução

O desaparecimento da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, vem ganhando grande repercussão. A família não tem notícias dela desde dezembro de 2025, e o caso é investigado pela Delegacia de Caldas Novas, em Goiás. A Polícia Civil informou que já ouviu algumas testemunhas, mas detalhes da investigação não serão divulgados para não atrapalhar o andamento dos trabalhos.

O episódio é tratado como um desaparecimento misterioso. Tudo começou no dia 17 de dezembro, quando Daiane desceu de elevador até o subsolo do prédio onde administrava apartamentos para verificar um corte de energia em sua unidade. Segundo a mãe, Nilse Alves Pontes, de 61 anos, a corretora não parecia ter intenção de sair do edifício, pois estava com roupa simples e deixou a porta do apartamento destrancada.

Naquele dia, Daiane mantinha contato por mensagens com uma amiga, enviando vídeos que mostravam o apartamento sem luz, o trajeto até o elevador e uma conversa na portaria sobre a queda de energia. As câmeras de segurança a captaram retornando ao elevador e descendo ao subsolo para religar o relógio de força. Ela continuava gravando com o celular, mas este último vídeo nunca foi enviado. A partir desse momento, não há mais nenhum registro visual de Daiane. “Não há nenhuma imagem dela, nem retornando pelo elevador ao apartamento, nem saindo para a rua. Então, essa é a questão: onde estão essas imagens? Por que elas não existem?”, questiona a mãe, expressando a angústia da família.

A família e amigos da corretora, que reside em Uberlândia (MG), estão mobilizados. Eles são proprietários de seis apartamentos em Caldas Novas, administrados por Daiane. Ela deveria viajar para Uberlândia no Natal, retornando depois para o réveillon, período de alta demanda. No dia 18, sem conseguir contato, a mãe e a filha de Daiane foram ao apartamento e constataram seu sumiço. As buscas em outros imóveis da família não deram resultado.

Um boletim de ocorrência foi registrado e a família procurou informações em hospitais, UPAs e com conhecidos, mas nenhuma pista foi encontrada. O caso segue sob investigação, enquanto a família clama por respostas sobre o paradeiro de Daiane.