31 de julho de 2025

Agrestina registra série de abalos sísmicos de baixa magnitude no Agreste de Pernambuco

Tremores variaram entre 1,5 e 1,7 na escala Richter e foram detectados pelo Laboratório Sismológico da UFRN

Por Paula Tabosa
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Agrestina, no Agreste de PE, registra série de oito abalos sísmicos de baixa magnitude em um único dia - Foto: Reprodução/ LabSis UFRN


O município de Agrestina, no Agreste pernambucano, registrou uma sequência de eventos sísmicos na última quarta-feira (18). As informações foram divulgadas pelo Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN), responsável pelo monitoramento da atividade sísmica na região.

De acordo com a UFRN, os abalos começaram a ser identificados ainda pela manhã. O primeiro tremor foi registrado por volta das 8h48, com magnitude preliminar de 1,6 na escala Richter (mR). Ao longo do dia, outros eventos sísmicos também foram detectados, com magnitudes variando entre 1,5 mR e 1,7 mR.

No total, foram contabilizados seis abalos sísmicos com magnitude de 1,5 mR, um com magnitude de 1,6 mR e outro de 1,7 mR. Apesar da sequência de registros, não houve relatos de moradores que tenham sentido os tremores.

Segundo o LabSis/UFRN, o último evento sísmico divulgado anteriormente em Pernambuco ocorreu no dia 7 de setembro, quando um sismo natural de magnitude estimada em 1,7 mR atingiu o município de Petrolina, no Sertão do estado, por volta das 12h53.

A UFRN explica que a magnitude dos terremotos é medida pela escala Richter, criada em 1935 pelos pesquisadores Charles Richter e Beno Gutenberg, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech). A escala avalia a energia liberada a partir das ondas sísmicas que se propagam no subsolo.

Por se tratar de uma escala logarítmica, cada aumento de um ponto representa uma elevação de dez vezes na amplitude do movimento do solo e cerca de 32 vezes mais energia liberada. Apesar de não possuir um limite teórico, nunca foram registrados terremotos com magnitude igual ou superior a 10.

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