Trump chama atirador de “animal” e diz que autor de ataque contra Guardas Nacionais “pagará caro”
Presidente afirmou que os dois militares feridos seguem hospitalizados; motivação do ataque próximo à Casa Branca ainda é desconhecida
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu duramente ao ataque a tiros que deixou dois membros da Guarda Nacional feridos em Washington, D.C., na tarde desta quarta-feira (26). Em publicação em sua rede social, ele classificou o suspeito de “animal” e afirmou que o responsável “pagará um preço muito alto” pelo atentado.
Trump declarou que os dois militares foram levados em estado grave para hospitais da região. Mais cedo, o governador da Virgínia Ocidental havia divulgado que os guardas tinham morrido, mas recuou ao dizer que recebeu informações conflitantes. As autoridades americanas ainda não confirmaram o quadro clínico de ambos.
O atirador também foi baleado e está sob custódia, segundo a polícia. A Casa Branca chegou a ser colocada em lockdown, que depois foi suspenso. De acordo com relatos preliminares, o suspeito se aproximou dos integrantes da Guarda Nacional e abriu fogo, provocando a reação imediata dos agentes.
Em sua postagem, Trump elogiou os militares e policiais envolvidos na resposta ao ataque, dizendo que “são pessoas extraordinárias”. Ele não estava em Washington no momento do tiroteio; o presidente viajou para a Flórida na noite anterior para passar o feriado de Ação de Graças.
O alerta de segurança ao redor da sede do governo foi inicialmente elevado ao nível vermelho e depois reduzido para laranja. A Administração Federal de Aviação (FAA) também interrompeu temporariamente todas as decolagens no Aeroporto Nacional Ronald Reagan em razão da movimentação de aeronaves de emergência.
A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, informou que trabalha junto à polícia local para coletar mais detalhes sobre o caso. A motivação do ataque ainda não foi divulgada, e pouco se sabe sobre o suspeito detido. Segundo o secretário de Guerra, Pete Hegseth, Trump solicitou o envio de mais 500 militares para reforçar a segurança na capital após o episódio.
*Com informações do G1