STJ frustra investida de Luana Piovani e mantém sigilo em processo envolvendo Neymar
Atriz tentou incluir Bruna Biancardi como testemunha, mas tribunal rejeitou o pedido e evitou reabrir discussão sobre traições
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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de Luana Piovani para que Bruna Biancardi fosse ouvida no processo em que a atriz foi condenada por injúria contra Neymar. A ação segue sob segredo de justiça, segundo informou a assessoria do tribunal.
De acordo com o UOL, a intenção de Luana era que Biancardi comentasse episódios de suposta traição atribuídos ao jogador em 2023. O tribunal, no entanto, entendeu que o assunto já foi exaustivamente debatido na imprensa e que houve um pedido público de desculpas, o que afastou a tese de difamação.
Por esse mesmo motivo, o STJ recusou a inclusão da influenciadora como testemunha, evitando que o tema voltasse a ser discutido nos autos.
Relembre o caso
A condenação de Luana ocorreu após declarações feitas nas redes sociais, quando ela criticou Neymar por apoiar a PEC das Praias. Na ocasião, a atriz questionou o caráter do atleta e mencionou o episódio de traição de 2023, envolvendo Bruna Biancardi, que estava grávida.
Dias depois, Luana reforçou suas falas ao afirmar que quem trai uma gestante “não pode ser um bom pai”. Neymar reagiu publicamente, chamando a atriz de “louca” e dizendo que ela buscava visibilidade ao comentar seu nome.