Bebê de 2 meses segue desaparecida em Alagoas; família cobra respostas da polícia
Celine Raíssa sumiu junto com a mãe, que teria sido assassinada; suspeito está preso, mas apenas pertences da criança foram encontrados
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Há 15 dias do desaparecimento de Celine Raíssa Caetano da Silva, de apenas 2 meses, e de sua mãe, Crislany Maria Gomes da Silva, de 19 anos, a família mantém apelos públicos por informações e cobra da polícia mais empenho nas buscas. O caso, que teve início em 12 de outubro em Rio Largo, ganhou contornos dramáticos com a prisão de um suspeito e a descoberta do corpo da mãe, mas a localização da bebê segue incerta.
Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta segunda-feira (27), a avó da criança, Cristiane Maria da Silva, fez um apelo emocionado: “Já se passaram 15 dias e ainda não sei nada da minha neta. Encontraram apenas um sapatinho e uma tiarinha. Quero que a polícia investigue mais, rastreie o celular, dê conta de tudo”.
Até o momento, apenas alguns pertences da bebê foram localizados pelos investigadores, aumentando a angústia dos familiares.
A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que Crislany foi vítima de um amigo da família, em um suposto triângulo amoroso que envolveria o companheiro da jovem. O suspeito está preso desde a semana passada e indicou o local onde o corpo da mãe teria sido abandonado: uma área de mata na Avenida Cachoeira do Meirim, no bairro Benedito Bentes, em Maceió.
Devido ao avançado estado de decomposição do corpo encontrado, a Polícia Científica de Alagoas informou que a confirmação da identidade só será possível por meio de exame de DNA. A análise inicial de impressões digitais não foi conclusiva.