Casal de pastores é condenado por morte e ocultação de cadáver de jovem, em Aracaju
A missionária, que era a única dos acusados que permanecia presa, recebeu a pena mais severa: 34 anos e 10 meses de prisão
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Um casal de pastores, seu filho e a irmã da vítima foram condenados nessa quinta-feira (2) pelo envolvimento na morte de uma jovem por espancamento, ocorrida em julho de 2020. O julgamento no Tribunal do Júri se estendeu por mais de 24 horas até a leitura das sentenças.
A missionária, que era a única dos acusados que permanecia presa, recebeu a pena mais severa: 34 anos e 10 meses de prisão. Seu marido, também pastor, e o filho do casal foram condenados a 1 ano e 10 meses de reclusão cada. A irmã da vítima recebeu sentença de 1 ano e 7 meses.
O crime chocou a capital pela brutalidade e pela tentativa de ocultar as evidências. De acordo com as investigações, após a jovem ser espancada até a morte no Bairro Marivan, seu corpo foi transportado no carro do pastor para o interior de Alagoas. Lá, os acusados queimaram o cadáver e o enterraram em um canavial.
A tentativa de fugir da Justiça incluiu uma fuga para o município de Riachuelo, no leste sergipano, e posteriormente para São Paulo, onde os quatro foram finalmente localizados e presos em 2022. Apesar das escavações realizadas pela polícia na tentativa de localizar os restos mortais da vítima, o corpo nunca foi encontrado.